Good Luck USA at Burghley!


Congrats to the American contingent doing so well at  Burghley 2012, especially Sinead and Alison who are standing first and second after dressage. Wishing everyone who is having a crack at the big Burghley cross-country tomorrow all the best! Alison, Will, Erin, Sinead, Kristy and Kate: Kick on and Hold on!
-Boyd and Silva

ANIVERSARIANTES DO DIA

DODORA GAROFA
MARCELA
SAMARA
EDINALDO
LEIDINHA
FRANCISCO
MARIADE FRANÇA
GEOVANE
AIDÊ DE ZUCA
KINININHA

Conheça de perto insetos vampiros, que veem humanos como comida

Microfotografias revelaram o funcionamento de bichos que se alimentam de sangue.

Da BBC

Conheça os insetos vampiros. Graças à microfotografia, é possível ver os detalhes destes bichos que se alimentam de sangue. Esta mosca listrada (Tabanus lineola) é encontrada em partes dos Estados Unidos e no Golfo do México. Nesta espécie, a fêmea é quem pica. Os machos são inofensivos (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)Conheça os insetos vampiros. Graças à microfotografia, é possível ver os detalhes destes bichos que se alimentam de sangue. Esta mosca listrada (Tabanus lineola) é encontrada em partes dos Estados Unidos e no Golfo do México. Nesta espécie, a fêmea é quem pica. Os machos são inofensivos (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)
A ciência os conhece como hematófagos, mas Hollywood os chamaria de vampiros. A galeria mostra insetos e outras classes de animais que ganham a vida se alimentando do sangue de outras espécies, geralmente de maior porte. Entre os alvos preferidos estão os humanos.
Essa forma de se alimentar, à primeira vista, parece reprovável, mas do ponto de vista evolutivo faz sentido. O sangue contém uma grande quantidade de nutrientes, é facil de digerir e permite que pequenos animais se alimentem de presas maiores.
O perigo de ser picado por um destes bichos não está no fato de perder alguns mililitros de sangue, mas no risco de contrair doenças. Os insetos mostrados aqui podem transmitir dengue, alergia, febre amarela e doença do sono, entre outros males.
Este carrapato está de barriga cheia depois de se alimentar de uma ovelha. Para se conseguir este nível de detalhamento, foi feita uma foto eletrônica colorida digitalmente (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)Este carrapato está de barriga cheia depois de se alimentar de uma ovelha. Para se conseguir este nível de detalhamento, foi feita uma foto eletrônica colorida digitalmente (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)
Conhecido como mosquito tigre, o Aedes albopictus é responsável por várias doenças, entre elas dengue, febre amarela e o vírus do oeste do Nilo. Originário das áreas tropicais e subtropicais da Asia, este inseto se espalhou por vários países do mundo (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)Conhecido como mosquito tigre, o Aedes albopictus é responsável por várias doenças, entre elas dengue, febre amarela e o vírus do oeste do Nilo. Originário das áreas tropicais e subtropicais da Asia, este inseto se espalhou por vários países do mundo (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)
A foto mostra uma pulga de areia macho na pele do seu hospedeiro (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)A foto mostra uma pulga de areia macho na pele do seu hospedeiro (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)
O piolho-caranguejo infesta os seres humanos e se alimenta exclusivamente de sangue. Também é conhecido por piolho-da-púbis, por conta da região em que costuma se hospedar (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)O piolho-caranguejo infesta os seres humanos e se alimenta exclusivamente de sangue. Também é conhecido por piolho-da-púbis, por conta da região em que costuma se hospedar (Foto: SPL/Barcroft Media /Sinclair Stammers)

Supervulcão extinto é descoberto em ilha no sudeste de Hong Kong

Enormes rochas hexagonais compõem a formação nas Ilhas Kwo Chau.
Última erupção vulcânica ocorreu há cerca de 140 milhões de anos.

Do Globo Natureza, em São Paulo


Um antigo supervulcão, cuja última erupção ocorreu há 140 milhões de anos, foi descoberto nas Ilhas Kwo Chau, também chamadas de Grupo Ninepin, no sudeste de Hong Kong.
Vulcão Hong Kong (Foto: Bobby Yip/Reuters)Turistas são atraídos por supervulcão extinto em ilha de Hong Kong nesta quinta (Foto: Bobby Yip/Reuters)
Esse é o primeiro achado do tipo nessa região administrativa da China, segundo o órgão de pesquisa geológica de Hong Kong.
Vulcão Hong Kong (Foto: Bobby Yip/Reuters)Rochas hexagonais são vistas ao redor do vulcão, extinto há 140 milhões de anos (Foto: Bobby Yip/Reuters)
A formação reúne enormes colunas hexagonais de rocha vulcânica, que foram vistas por turistas nesta quinta-feira (30).
Vulcão Hong Kong (Foto: Hong Kong Government's Civil Engineering and Development Department/Reuters)Rochas são gigantescas (Foto: Hong Kong Government's Civil Engineering and Development Department)

31/08/2012 06h00 - Atualizado em 31/08/2012 06h00 Árvores 'semeiam' chuva na região da Amazônia, diz estudo da USP

Sem as plantas, clima da área seria drasticamente alterado, afirma cientista.
Estudo publicado na 'Science' foi feito junto com a Universidade Harvard.


Vista aérea da floresta amazônica  (Foto: AFP)Vista aérea da vegetação na Amazônia; árvores 'criam' condições para chuva, segundo pesquisa  (Foto: AFP)
Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriram que a formação das chuvas na região da Amazônia está muito mais ligada à floresta do que o imaginado anteriormente. Um estudo inédito, publicado na revista "Science", aponta que as plantas emitem sais de potássio que "semeiam" as nuvens, formando as partículas aerossóis responsáveis por causar chuva.

Sem a floresta, o clima e as chuvas na região seriam alterados de forma drástica, disse para o G1 o professor de física da USP Paulo Artaxo, coordenador brasileiro do estudo. A pesquisa foi realizada em conjunto com cientistas das tradicionais universidades de Berkeley e Harvard (nos Estados Unidos) e com o Instituto Max Planck, na Alemanha.
Antes do estudo, acreditava-se que os aerossóis responsáveis pelas chuvas eram gerados por reações químicas no ar, afirma Artaxo. A pesquisa revelou que este conceito está errado.
"Uma quantidade significativa das gotículas [de chuva] contém potássio, elemento de emissão direta das plantas, que não é formado na atmosfera", diz o cientista. A descoberta significa, segundo o pesquisador, que os processos biológicos das árvores controlam as chuvas na Amazônia "muito mais do que se pensava".
Esta "ligação íntima" entre a biodiversidade da floresta e o clima não existe em áreas de vegetação rasteira, diz Artaxo. No cerrado e na caatinga, por exemplo, o elo entre clima e as plantas é bem menor. Isso acontece porque os sais de potássio são emitidos pelas folhas das árvores. "A floresta tem um índice de área folhada muito maior do que as gramíneas", afirma.
Árvore destruída em área de queimada ilegal na floresta amazônica (Foto: Antonio Scorza/AFP)Árvore destruída em área de queimada ilegal na
floresta amazônica (Foto: Antonio Scorza/AFP)
Planeta
Para o professor, a descoberta adiciona um elemento à forma como a vida controla a formação da atmosfera e do clima no planeta. "Não é só através da fotossíntese e da respiração, não é só pela emissão dos gases de efeito estufa, mas também as partículas aerossóis são controladas por processos biológicos", diz ele.
O processo de criação das chuvas pelas plantas existe em todas as áreas de mata tropical, segundo o pesquisador. "Esse mecanismo não é peculiar nem único da floresta amazônica. Ele vale para qualquer vegetação arbórea, mas não gramínea."
A descoberta só foi possível graças ao uso de grandes equipamentos científicos conhecidos como aceleradores de partículas, similares ao Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês). Um acelerador pode fazer com que partículas atinjam velocidade próxima à da luz, como é o caso do LHC, um túnel circular de 27 km localizado entre a Suíça e a França.
Os aparelhos usados no estudo coordenado por Artaxo ficam nos EUA e na Alemanha, e são batizados de Advanced Light Source (ALS, na sigla em inglês) e Bessy 2, respectivamente.
O equipamento, segundo o cientista, acelera elétrons em uma energia muito alta. Eles batem em um alvo e produzem raio-X, que pode ser colidido com as partículas aerossóis e permitir que elas sejam analisadas. Com essa "radiografia" foi possível descobrir o potássio contido nas gotículas. Sem esta tecnologia, avalia Artaxo, a descoberta não aconteceria.

Fotos premiadas expõem 'flagrantes inéditos' da ciência

Premiação fotográfica científica 'Eureca' registra imagens do mundo animal e vegetal nunca antes captadas.

Da BBC

O Prêmio Eureca New Scientist para Fotos Científicas é apresentado anualmente pelo Museu Australiano. Além de premiar inovações nas áreas de pesquisa, ciência acadêmica e jornalismo científico, conta com uma disputada categoria de fotos científicas.
Camarão (Foto: Gary Cronitch)O colorido e vistoso camarão mantis (Odontodactylus scyllarus) vive na Grande Barreira de Corais da Austrália e tem o mais complexo sistema de visão de too mundo marinho (Foto: Gary Cronitch)
As imagens deste ano reúnem diversos flagrantes da vida animal e vegetal nunca antes registrados por uma câmera fotográfica.
Inseto (Foto: Rohan Cleave)Inseto Dryococelus australis já foi considerado o mais raro do mundo. A imagem mostra filhote da espécie saindo do ovo, seis meses após a incubação. Processo nunca havia sido fotografado (Foto: Rohan Cleave)
A imagem que conquistou o primeiro lugar no prêmio deste ano foi a feita por Jason Edwards, que capturou, pela primeira vez, o acasalamento da baleia-jubarte, também conhecida como baleia-corcunda.
Baleia (Foto: Jason Edwards)Baleias jubarte acasalam após vários machos competirem durante várias horas (Foto: Jason Edwards)

Depois de 5 anos, fica pronto trecho da transposição do São Francisco

Etapa faz parte do Eixo Norte da obra e custou R$ 143,2 milhões.
Representantes do governo federal e do Exército foram conferir conclusão.

Do G1 PE

Um canal de aproximação de dois quilômetros de extensão e a Barragem de Tucutu, capaz de armazenar 25 bilhões de metros cúbicos de água, foram entregues nesta quarta-feira (20), em Cabrobó, no Sertão pernambucano. As construções fazem parte do Eixo Norte da obra de transposição do Rio São Francisco, que pretende melhorar a distribuição de água nos estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
Representantes do governo federal e do Exército foram conferir a conclusão dessa parte da obra, que levou cinco anos para ficar pronta. Essa etapa custou R$ 143,2 milhões e a transposição completa está orçada em pouco mais de R$ 8 bilhões.
Entenda o projeto
A transposição do Rio São Francisco é uma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) criada para beneficiar doze milhões de pessoas nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. A água será captada em dois pontos do São Francisco: no município de Floresta, em Pernambuco, o canal parte do lago de Itaparica e daí se estende por 287 quilômetros pelo interior. O outro canal de captação de água começa em Cabrobó e é mais longo: 426 quilômetros.
Há cerca de cinco anos, trabalhadores abrem canais no Sertão, constroem barragens e aquedutos, que serão usados para ligar o São Francisco a pequenos rios do Nordeste.

O BLOG DA ECOLOGIA ESTÁ DE VOLTA




DEPOIS DE VÁRIOS DIAS PARADO PARA MENUTENÇAO, ESTE BLOG ESTÁ DE VOLTA PARA TE DEIXAR BEM INFORMADO TODOS OS DIAS.

ANIVERSARIANTES DO DIA

MARIA DE FÁTIMA
CHICUTA DE MAURÍCIO
DACINILDA
BOSCO DO POÇO DA ONÇA
LEONARDO
FRANCISCO
LUIZ CARLOS
MARIA CLEIDE
ALESSANDRA
ADRIANA

PANIFICADORA UNIÃO, NOS QUATROS CANTOS DE JARDIM DE PIRANHAS.

 MATRIZ NO ANTIGO RESTAURANTE DE MARIA IZABEL
FILIAIS: NA RUA 15 DE NOVEMBRO NO BAIRRO DO EMBOCA E NA AVENIDA RIO BRANCO NA ANTIGA BERG CEL CELULARES.
ORG: IZAIAS NOGUEIRA.

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IDEMA VISITA O AÇUDE DA FOME A PEDIDO DESTE BLOG

Depois de visitar o açude da fome, funcionários do idema se prontificaram em visitar a prefeitura de Jardim de Piranhas e buscar soluções imediatas para recuperação deste resevatório.
Na visita, foi constatada muita polição causadas por esgotos das residências, aterro irregular nas margens do açude e no leito, onde segundo moradores a própria caçamba da prefeitura deste município foi vista várias vezes despejando aterro neste reservatório.
    PRESERVAR SIM, DESTRUIR JAMAIS. PAREDE DO AÇUDE DA FOME, UM ANTIGO RESRVATÓRIO POLUÍDO. VAMOS TRATAR?

 PROVA DE QUE O AÇUDE ESTÁ MESMO SENDO ATERRADO.
LINDO DE SE VER , MAS TRISTE A REALIDADE

                              IDEMA EM AÇÃO PARA TRAZER SOLUÇÃO

Como reutilizar resíduos no dia a dia

Aprenda a fazer compostagem, vassoura de garrafa PET e cesta de jornal


É difícil colocar em prática o consumo sustentável sem antes repensar o grande desperdício de resíduos na sociedade brasileira. “É praticamente impossível viver sem produzir restos, mas podemos diminuir a produção e reaproveitar ao máximo o que geramos”, observa Naira Tavares, consultora ambiental da ONG Ecomaparapendi.
É possível reutilizar esses resíduos, mesmo os orgânicos – como restos de comida – para produzir bens utilizados no dia a dia e ajudar a extrair menos recursos da natureza. “Ao reaproveitar os resíduos tanto orgânicos quanto inorgânicos estamos gerando menos lixo e assim impedindo que ele seja descartado incorretamente”, ressalta Naira. “O melhor resíduo é aquele que não foi gerado, ao reutilizar um resíduo damos uma nova utilidade a ele, impedindo seu descarte”.
Um exemplo de reaproveitamento dos resíduos é a compostagem, pela qual é possível transformar sobras de alimentos em adubo para plantas. “A composteira proporciona terra adubada e rica em nutrientes, podendo ser utilizada em qualquer tipo de plantio, inclusive o de hortas”, explica Naira. “Sugiro o cultivo de temperos e plantas adequadas a apartamentos.” Veja abaixo o passo a passo da compostagem e da produção de outros objetos a partir de resíduos reciclados:
Compostagem em casa

Material necessário: caixa plástica com tampa – tamanho 42x30x13, ou aproximadamente 13 litros; bandeja plástica; ferro de solda; luvas; faca ou tesoura; espátula ou colher de pau; esterco seco ou húmus - compra-se em floriculturas; restos de cascas de frutas, legumes, verduras, cascas de ovos, sementes, restos de poda (resíduos orgânicos); terra seca; e pó de café usado pouco úmido (borra de café).
Etapas:
1ª - Faça furos pequenos (no diâmetro do ferro de solda) no fundo da caixa e na tampa usando o ferro de solda;
2ª - Disponha na caixa os resíduos na seguinte sequência: uma camada de terra seca; uma camada de resíduos orgânicos (cascas de frutas, legumes, verduras, restos de poda); uma camada de húmus ou esterco seco; uma camada de terra seca; uma camada de resíduos orgânicos; e uma camada de esterco. No final, coloque a bandeja por baixo da caixa para reter a terra;
Compostagem (Foto: Divulgação/Recicloteca)Disposição dos resíduos na caixa para fazer a compostagem (Foto: Divulgação/Recicloteca)

3ª Misture bem o composto a cada três dias usando a espátula e as luvas. O composto estará pronto quando: estiver homogêneo, ou seja, com a mesma cor e mesma textura; exalar cheiro de terra; estiver escuro - com aspecto de borra de café seca ou terra boa; e a maioria dos resíduos estiver decomposto.
Observações:

1) Para evitar o mau cheiro e a proliferação de insetos, salpique borra de café, palha seca ou serragem por cima da compostagem;
2) Não utilize alimentos cozidos, temperados, contendo sal ou açúcar, porque estes atraem insetos e animais indesejáveis. O óleo, temperos e conservantes, dificultam o processo de decomposição dos alimentos, dando tempo para a ação de insetos e animais indesejáveis;
3) Todos os resíduos orgânicos devem ser picados;
4) Evite o excesso de alimentos cítricos, a acidez faz com que o processo de decomposição demore mais;
5) É normal e desejável que a temperatura no composto se eleve. Use o dedo como termômetro e sinta a terra morna;
6) É normal o aparecimento de algumas moscas de fruta (Drosophila sp.) e de fungos durante a decomposição;
7) É importante não compactar as camadas na caixa, o material deve estar solto para que haja oxigênio entre camadas.
No site da Recicloteca também é possível encontrar um vídeo didático com uma técnica simples para fazer uma composteira dentro de casas e apartamentos.
Vassoura de PET
Material necessário: 18 garrafas PET de 2 litros; cabo de vassoura; tesoura; estilete; furador; arame; martelo e pregos.
Etapas:
1ª Retire o rótulo da garrafa;
2ª Retire o fundo da garrafa com auxílio do estilete;
3ª Faça cortes na garrafa até a parte mais arredondada. A garrafa deve ficar com tirinhas de cerca de 0,5 cm;
4ª Retire o gargalo com a tesoura;
5ª Faça 17 peças sem gargalo e deixe uma com;
6ª Encaixe as peças sem gargalo, uma a uma, por cima da peça com gargalo.
7ª Corte a parte superior de outra garrafa e encaixe por cima da base da vassoura que acabou de preparar;
8ª Faça dois furos e encaixe o arame, atravessando todas as camadas de garrafas;
9ª Puxe o arame até o outro lado e torça as pontas para arrematar;
10ª Fixe as peças com o auxílio de dois pregos e está pronta a vassoura!
Vassoura de garrafas PET (Foto: Divulgação/Recicloteca)Passo a passo da vassoura de garrafas PET (Foto: Divulgação/Recicloteca)

Cesta de jornal

Material necessário: folhas de jornal ou revista; tesoura e verniz.
Etapas:
1ª Corte uma folha inteira de jornal em quatro partes, ao comprido. Enrole cada uma das quatro partes a partir da ponta, na diagonal, para fazer os canudos de jornal. Dica: deixe uma das pontas do canudo mais apertada que a outra;
Cesta de jornal (Foto: Divulgação/Recicloteca)Exemplo de como trançar os canudos de jornal
para fazer a cesta (Foto: Divulgação/Recicloteca)
2ª Separe sete canudos de jornal para começar a trançar. Coloque na mesa quatro canudos (canudos 1 a 4), um ao lado do outro, com distância de aproximadamente 2 cm entre eles. Para traçar a cesta:
- Pegue o canudo 5 e comece a trançar perpendicularmente aos outros quatro, na porção central. Passe por cima do canudo 1, por baixo do canudo 2, por cima do canudo 3 e por baixo do canudo 4.
- Pegue o canudo 6 e repita a operação, dessa vez começando por baixo do canudo 1, por cima do 2, por baixo do 3 e por cima do 4.
- Trance o canudo 7 da mesma maneira que o canudo 5 e o canudo 8 da mesma maneira que o 6;
3ª Pegue uma das pontas do canudo 1 e comece a trançar, passando por baixo do canudo 2, por cima do 3, por baixo do 4, por cima do 5, por baixo do 6 e assim sucessivamente;
4ª Quando o canudo 1 estiver quase todo trançado, pegue um novo canudo e emende nele para continuar a trançar. Dica: encaixe a ponta do canudo novo por dentro ou por fora da ponta do canudo 1 - lembre-se que os canudos tem uma ponta mais justa que a outra;
5ª Continue trançando até atingir o tamanho desejado para a cesta. Dica: para fazer cestas mais altas, é possível emendar novos canudos nos canudos da base (2, 3, 4, 5, 6 e 7).
6ª Quando alcançar o tamanho desejado, faça os arremates escondendo as pontas que sobrarem.
Dica: passe verniz na cesta para impermeabilizá-la. Se preferir, use verniz incolor para depois dar um acabamento com tintas coloridas.
Outros objetos com material reciclado
Criada em 1991, a Recicloteca é um Centro de Informações sobre Reciclagem e Meio Ambiente criado pela ONG Ecomarapendi. Outros exemplos de objetos feitos com resíduos recilados podem ser encontrados no site oficial da Recicloteca.

COMERCIAL VALE DO PIRANHAS

 TIJOLOS, TELHAS FERRO, TUBOS E CONEXÕES, CAL, CIMENTO E TUDO PARA CONSTRUIR OU REFORMAR, VOCÊ ENCONTRA NA COMERCIAL VALE DO PIRANHAS.
SITUADO NA CIDADE DEJARDIM DE PIRANHAS, NA AVENIDA RIO BRANCO, VIZINHO AO RESTAURANTE SANTA MADALENA E VIZINHO AO BARRACO DE GRAÇA.
ORGANIZAÇÃO: ALEX
FONE:9922 - 6586 OU 9934 - 9989


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Terapia com botos ajuda a tratar crianças deficientes na Amazônia

Bototerapia leva grupos mensalmente para ter contato com os animais.
Equipe atua para preservar boto-vermelho ameaçado, afirma veterinário.

Rafael Sampaio Do Globo Natureza, em São Paulo

Crianças participam de bototerapia em região do Rio Negro, no Amazonas (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)Crianças participam de bototerapia no Rio Negro, no Amazonas (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)
Uma nova técnica para ajudar no tratamento de crianças e jovens com deficiência têm atraído público cada vez maior no estado do Amazonas. Criada há sete anos pelo fisioterapeuta Igor Simões Andrade, a bototerapia se propõe a levar os jovens a travar contato com os animais, parentes dos golfinhos que habitam rios na região.
As crianças interagem, brincam e acabam conhecendo mais sobre o meio ambiente dos botos, o que ajuda a trazer auto-estima e a amenizar efeitos de certos problemas, segundo Andrade. Acompanhados dos pais, os jovens são levados em grupos de cinco ao encontro dos botos, uma vez por mês.

"A terapia pode, por exemplo, ajudar uma criança muito agitada, que não dorme, hiperativa. Ela entra em contato com o animal e com o tempo acaba cochilando no barco, coisa que nunca aconteceu. Para cada caso, tem uma coisa que favorece o tratamento", diz o fisioterapeuta.
A ideia é levar gratuitamente jovens deficientes que não teriam condições de pagar um tratamento como este, pondera Andrade. Podem ser crianças com hemofilia, leucemia, cegas, surdas, com problemas motores ou com autismo, por exemplo. Elas são levadas de barco até o local onde ocorre a bototerapia.
Já houve pacientes do Hemoam (Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas), de escolas de educação especial de Manaus e de outros estabelecimentos, diz Andrade.
Sem substituir tratamento
A bototerapia não visa substituir tratamentos tradicionais, necessários para crianças paraplégicas, hemofílicas ou com outros problemas. "Nós queremos ajudar a criança, complementar. Por exemplo, uma criança com autismo e que não tinha foco, não prestava atenção em nada, o pai hoje diz que houve uma melhora geral, que ela têm mais foco", afirma o fisioterapeuta.
Segundo o veterinário Diogo Lagroteria, um dos integrantes do projeto, a preservação do boto, que está ameaçado, é uma das preocupações do grupo. A equipe atua para conscientizar as comunidades de pescadores. "A espécie [usada na terapia] é o boto-vermelho, e há uma pressão da caça muito grande. Os pescadores usam a carne do boto como isca para pegar outros peixes."
Ajudante de grupo leva criança para brincar com boto (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)Ajudante de grupo leva criança para brincar com
boto (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)
O local onde ocorre a bototerapia fica a cerca de 30 quilômetros de Manaus, nos arredores do Parque Nacional de Anavilhanas, na margem esquerda do Rio Negro. O grupo tem apoio e patrocínio de um hotel de selva localizado na região, segundo Lagroteria.
Além das crianças, parentes e auxiliares são levados de barco para o rio no dia da bototerapia. O grupo costuma ter de 12 a 15 pessoas, segundo Andrade.
Baixo impacto
Analista ambiental do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), o veterinário Lagroteria ressalta que o trabalho da bototerapia segue normas para o baixo impacto com os botos.
Integrante do grupo leva garota com paralisia para participar de bototerapia (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)Garota com deficiência é levada para interagir com
'parentes' dos golfinhos (Foto: Diogo Lagroteria/
Divulgação)
O grupo desenvolveu as regras em um estudo, criado para ajudar no turismo como boto, prática comum em hotéis na região. A ideia é que o turismo seja feito de forma controlada, sem que o animal seja molestado nem haja grande interferência na sua vida.
"Estimamos quanto alimento deve ser dado, para não deixar o boto dependente do ser humano. Também estimamos que não é todo dia que pode haver interação, para o animal não criar vínculo afetivo", diz Lagroteria.
Uma das ideias principais do estudo é que o boto consiga sobreviver sozinho, mantenha as habilidades de caça para buscar alimento e não dependa das pessoas, afirma o veterinário.
A técnica utilizada por Andrade na terapia é o rolfing, que trabalha com a manipulação de tendões, músculos e outras partes do corpo, segundo o fisioterapeuta. "O músculo pode comprimir o nervo ciático, por exemplo. Ele visa alinhar a pessoa, organizar o joelho, descomprimir o pescoço e outras atividades, buscando um equilíbrio para o corpo."
A demanda nos últimos anos está tão grande que tem havido "overbooking", pondera o criador do projeto. Ele ressalta que não há como atender a todos que procuram a terapia, e que se houvesse mais patrocínio seria possível atender mais gente.
Crianças com deficiência interagem com botos; recuperação de auto-estima é uma das metas da terapia (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)Crianças com deficiência interagem com botos; recuperação de auto-estima é uma das metas da terapia (Foto: Diogo Lagroteria/Divulgação)

O ANTES E O DEPOIS NO PARQUE DAS LUZES.


Antes era uma escuridão total no parque das luzes, o bairro mais novo de jardim de piranhas, que agora pode dizer, que mora em um ligar com iluminação pública depois de ser atendido os apelos e as cobranças dos moradores e também  deste blog que sempre lutou por melhorias para este bairro.



 Parabéns moradores do parque das luzes, valeu a luta, valeu as denúncias e os apelos feitos na vale do piranhas no programa desperta jardim e neste blog. hoje podemos dizer que moramos em um lugar iluminado, um lugar dígno onde nossos filhos podem sairem para brincar a noite.
Como eu sempre digo, este blog cobra quando precisa e agradece quando é atendido, obrigado a primeira dama Jarlene Araújo e ao secretário de obras Zé de Joca que ao lado da primeira dama abraçaram esta causa desde o dia do arraiá da lamparina.


Fonte: Diassis Silva

Dehydrated Meal Review: Part 4. Fuizion Spaghetti Bolognaise

Cooked by a chef with over 20 years experience. Using, where possible, the best locally produced ingredients. High levels of nutrition with an aim for an average of 650 calories per 110g of product. Using a freeze drying process aimed at creating a high quality meal when re-hydrated. Starts out as a description for a restaurant and transforms into something that sounds like a science project. What ever they say, the proof of the pudding is still in the eating..........Fuizion Freeze Dried Meals.





I will review the following:

• The packaging, ease of access etc.
• Ease of preparation.
• Texture.
• Flavour.
• After the meal.
• Nutrition.

The packaging for the Fuizion meals is very plain other than the purple product sticker. The packaging design is again the taller, narrower type that usually requires either a long spoon or the top of the packaging cutting off with a knife or scissors. I found that access was very easy, the tear off opening with relative ease.

On opening the package the contents were seen and can only be described as lumps. This texture was also seen in the Real Turmat meal I reviewed and you get the feeling that the two products are pretty comparable at this point.




The instructions for preparing the meal, situated on the front of the pack, were easy to follow. 310ml were added to the pack, as instructed, and stirred well. Then the only problem occurred during the whole process. The zip seal for the package was, to simply put it, not up to the job. Other packs have better seals than this. The seal on this particular Fuizion meal didn't want to seal properly and there was no sign of foreign bodies in the zip blocking the seal. This may be an issue with this specific pack, trying others will demonstrate one way or the other if it is the case or not. The meal was left sealed, after a good stir, for 12 minutes, as instructed.

After the allotted time the meal was opened to try. Texture wise, there were lumps of beef visible along with small pieces of vegetable. All the water had been absorbed and the sauce had a nice thickness to it. On trying it was found that not all the mince had fully re-hydrated, but this only affected a few pieces. The pasta was slightly Al Dente, generally the preferred way, and had a similar texture to egg noodles.




The taste was excellent, I could taste the beef, onions, garlic, peppers, and basil. This contributed to a nice depth to the meal. It actually tasted like a proper home made Spaghetti Bolognaise.

After eating the meal I didn't feel full, but I did feel satisfied. I felt like I had eaten enough without feeling like the meal might restrict any activities.

Nutritionally the meal is one of the better products. The calorific content is good with more of it coming from proteins and carbohydrates unlike other meals that depend on a substantial fat content.

TYPICAL NUTRITIONAL VALUES (Sourced from Fuizion website)
                              Per 100g Dry      Per Meal
Energy                    570 kcal             627 kcal
                              2395 kj              2636 kj 
Protein                    29.3g                32.2g
Carbohydrates          45.6g                50.1g
- of which sugar       12.9g                14.2g
Total Fats                 20.6g                22.6g
- of which saturates  7.5g                  8.3g
Fibre                       4.6g                  5.1g
Sodium                    0.5g                  0.6g




Would I eat this one again, very much so. It was extremely tasty and I could well imagine sitting down to it after a long day walking in the fells.

VIDEO: Boyd and Otis' Olympic Dressage Test


BOYD CLINIC AT CS&W FARM SEPT. 15TH - 16TH!


Boyd Martin Clinic
at
CS&W Farm
September 15 and 16, 2012
Clinic with an Olympian

Boyd is a 4 star eventing competitor. He was shortlisted for the Australian Olympic team on two horses, Yin Yang Yo and Neville Bardos. Since becoming a US citizen, Boyd has had great success competitively. He was named Rider of the year by the Chronicle of the Horse in 2011. He was talented enough to have not 1 but 3 horses on the selection list for the Olympics. On the chosen mount, Otis Barbotiere, Boyd had a successful outing in dressage and cross country for his first Olympics representing the US.  To find out more about Boyd go to  www.boydandsilvamartin.com

Boyd Martin is one of the best clinician I have ridden with in a long time. People who ride with him feel they and their horses were challenged mentally and physically without being over faced. Your confidence reaches a new level. He demonstrates imagination in the exercises he teaches. He explains techniques for both stadium and cross country clearly and logically. My horses excelled during the class and I have used many suggestions afterwards. You don’t want to miss riding in this clinic!
 
I am honored to be hosting Boyd at my farm after his debut at the Olympics. He does not do clinics very often, so come join in a fabulous learning experience!

Fees:
Group rate - $175.00 per day

Saturday - Flatwork/Gymnastics
Sunday - Cross Country  

Our XC includes Water/Ditches/Banks/Sunken Road Complex
Levels BN-Prelim
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This is why I love August...

... some days I don't train at all, other days (as today) I run 2h00 in a single session... other days (as next weekend) I run 23km in a mountain running race. I just do whatever I want and that frees my mind for the rest of the year, even if I'm concomitantly working. Last weekend was as follows...

Richland Videos Thanks to EventingNation.com






A Little Look at High Peak

In the process of looking over the map near the end of last week, looking for a walk for the weekend, I spotted Snake Path. The path heads out form Snake Woodland, situated along the A57 Snake Pass between Ladybower and Glossop, and meets up with the Pennine Way. It looked good, so settled on it. It turned out to be one of those walks where the benefits of getting out there became more apparent.

 
The parking facilities at Snake Woodland lie next to the A57 Snake Pass in what can only be described as breathtaking surroundings. It sits in a gorge with the forest all around. I unexpectedly ended up having a chat with an American residing in the UK. He was on his way to an American Civil War re-enactment in Sheffield's Norfolk Park and stopped off for a break. I learned quite a few titbits of history about the American Civil War an the re-enactors in that short chat.


The walk starts in the heart of the Snake Woodland. Directly across from the car park, in Birchin Clough, is the path that leads down in to the forest and Lady Cough.





As you come to the small river you take a left turn and head south down to Saukin Ridge and the meeting point with the River Ashop. This section of the walk is through the forest, and a picturesque forest it is. The day I walked here there was a lot of Forestry Commission work on the go and so some paths were closed off to protect the public. So I would consider this if going there for a walk around.



Once at the River Ashop and across the bridge you head west along the northern bank of the river.



The path here is quite rocky and slips are possible in damp conditions. But the views are nice and the path is interesting to navigate, so no dull moments.




There are a large number of tributaries running into River Ashop off the tops and on this particular day the river was in good flow.



It became obvious as I proceeded up Ashop Clough that the conditions in this area had been very damp over the last few weeks. There was lots of evidence of how damp it was even in the open areas once out from under the forests canopy.




Further up the clough the edge of the Kinder Plateau comes into view (Fairbrook Naze and The Edge). Looking at the two sides of the clough it becomes obvious which side is south facing and which side is north facing. From where I was, looking across the river was clearly southerly as the vegetation was much more lush, and so getting more sunlight.






As I progressed further even more evidence of the amounts of rainfall in this area were becoming clear. Fords were quite tough to cross and it looked like at some point an extremely high volume of water had flowed down the clough.




There were signs that the water had been so strong it had up-rooted large clods of earth and grass. Some clods were a couple of feet in diameter. The flow of water had also removed around 50 meters of the path. So be aware that if the path appears to disappear, it does continue a little further up the river. So some care is needed in traversing this missing section.





The path now rises up Ashop Head and crosses the Pennine Way. The sun had decided to start making a visit at this point, meaning my photographs might be a little less dull. At the crossroads there is a fantastic view out towards Kinder Reservoir and Kinder Low.




For this walk I took a right turn which took me a couple of hundred meters northwest to Mill Hill.




Looking east the edges of the Kinder Plateau were just starting to catch the sunlight.




Arriving at Mill Hill and you come across it's very low cairn, two paths leading off the top and a pointer stone.




Taking the right-hand path, following the arrow of the marker takes you northeast up the Pennine Way and towards Featherbed Moss.




The path takes a steady turn to the right, more westerly and the as it reaches Featherbed Top it takes a more northerly turn up to where the Pennine Way crosses the A57 Snake Pass.



Once at the A57 I followed the road for a few hundred meters and then dropped down onto the path at the top of Lady Clough.



The path here is a bit hit and miss and crosses a few tributaries flowing off the tops from the east. On tributary takes some crossing as it appears that the small bridge that was once there has either collapsed or been swept away.



The path eventually meets back up with Snake Woodland and on through the forest.







At one point, more clues to the large volumes of heavy rainfall and damp conditions, emerald coloured stones.




Unfortunately I also discovered evidence as to why wild camping is not allowed in England, signs of people who do not understand the concept of leave no trace. The arrogant folk who think inflicting themselves on the countryside and our rights is their right. Or simply too lazy to clean up their mess.





There were signs of waters destructive power....


And creative power...


Another half kilometre or so and I as back at the entrance into the wood leading back to the car park.




This was an excellent walk with a few challenges. I would definitely say that gaiters are a must, it's extremely wet in places.